Obrigado Vespasiano! Até 2012!

Vander Lee

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Vander Lee se apresenta pela primeira vez em Vespasiano no domingo, 17/12 no Festival La Onda




Há vinte anos no cenário musical, Vander Lee trilha um caminho sólido. Conhecido por sua linguagem singular, o artista faz um retrato poético do cotidiano, sempre de forma atual e harmoniosa.

Vander Lee lançou seu primeiro cd em 1997, chamado ‘Vanderly’. Em 1999 lança ‘No Balanço do Balaio’ pelo selo Kuarup e inicia uma bem sucedida turnê nacional com o cd, o que rendeu ao artista o reconhecimento de seu público e de intérpretes que incluíram composições do cantor em suas obras, como Rita Ribeiro, Gal Costa, Emilinha Borba, dentre outros artistas renomados.

Seu terceiro cd foi o ‘Ao Vivo’ lançado em 2003 pela Indie Records e possui em seu repertório canções já gravadas por outros intérpretes, além das conhecidas ‘Românticos’ e ‘Contra o Tempo’.



No ano de 2005 lança ‘Naquele Verbo Agora’ pela Indie Records e em 2006 grava seu primeiro CD e DVD ao vivo em Belo Horizonte no Grande Teatro do Palácio das Artes e através desse trabalho é indicado ao Prêmio TIM de Música na categoria ‘Canção Popular:

Melhor cantor e Melhor disco’. No fim do ano, grava seu DVD ‘Entre Acústico’ com a participação de conhecidos artistas mineiros, como Maurício Tizumba e Chico Amaral.

Vander Lee faz turnê pelo Brasil com o disco ‘Pensei que fosse o céu’ no ano de 2007 e conquista o Prêmio TIM de melhor disco de canção popular com o já citado trabalho.

Em 2008 o cantor e compositor continua em turnê nacional com seu trabalho ‘Pensei que fosse o céu’ e é selecionado pelo Fórum de Música/MG para realizar um show em Turin (Itália), participando do projeto “Minas Gerais em Piemonte ‐ Itália”.


O artista inicia o ano de 2009 realizando uma turnê no norte e nordeste do Brasil, através do projeto MPB Petrobras. Em março, Vander Lee se apresenta no conhecido Festival SXSW‐ South by Southwest em Austin, Texas (EUA), sendo selecionado juntamente com outros quatro artistas mineiros. Ao final do mesmo mês lança seu novo trabalho, o Cd “Faro”. Produzido por Marcelo Sussekind, o disco possui uma levada mais pop e conta com 12 faixas (sendo 10 inéditas) que caminham por diversos gêneros musicais, do baião ao reggae, do samba ao folk, sem deixar de lado as baladas românticas que sempre fizeram parte do repertório do artista.

Site oficial: http://www.vanderlee.com.br

Autoramas e B Negão

O encontro entre a banda de rock Autoramas e o rapper B Negão pode parecer à primeira vista inusitado. Porém o show de estréia em São Paulo - viabilizado através de crowdfounding em colaboração com o site Mob Social - mostrou que o projeto é uma nova empreitada muito bem sucedida e divertida.


Além de ter marcado a reunião nos palcos de dois integrantes originais do Planet Hemp (B e o baterista Bacalhau) o show é um agradável passeio pelo repertório dos artistas e uma homenagem as bandas que são influências comuns: no repertório, além das músicas próprias, releituras de clássicos como “Private Idaho” (B 52’s), “Psycho” (Sonics) e “Garotos do Subúrbio” (Inocentes) provam que mesmo que hoje os trabalhos dos Autoramas e de B Negão sejam bem diversos, eles compartilham o mesmo DNA musical.

O elemento dançante, que também é uma característica em comum - os Autoramas auto-intitulam seu som de “rock para dançar” e B Negão baseia seu repertório cada vez mais no soul e no funk - está presente no projeto em vários momentos, com destaque para a ótima versão com pegada punk de “Let’s Groove”, do Earth Wind and Fire.



Música pra dançar, até o caroço!

Ras Bernardo e o QG Imperial

Se alguém for contar a história do reggae no Brasil terá que, obrigatoriamente, mencionar o nome de Ras Bernardo. Não dá para falar de um sem citar o outro, são histórias que correm juntas ao longo do tempo.


Tempo que vem de longe, há quase vinte anos, quando Ras Bernardo montou uma banda para participar de um pequeno festival em Belford Roxo, Baixada Fluminense do Rio de Janeiro. Mais por intuição do que por planejamento, essa mesma banda anteciparia uma onda que somente anos mais tarde iria estourar na cena musical brasileira. Honrando toda a herança cultural que o destino lhe deu, o Cidade Negra espalhou o reggae por todo o país.

Corria o ano de 1987. Rio de Janeiro, bairro do Catete. Num prédio antigo e caindo aos pedaços ocupado pela lendária UNE (União Nacional dos Estudantes), começava a funcionar o NEC: Núcleo Experimental de Cultura.


Dentro desse contexto, começaram a rolar alguns shows de produção precária para uma platéia bem pequena (máximo 50 pessoas) com os nomes que iam aparecendo por lá: Dom Luiz Rasta, KMD-5 (futuro Negril), Ubandu du Reggae e Lumiar.

Apesar das condições bastante adversas, essas apresentações tinham um clima contagiante que proporcionavam momentos únicos e intensos, inesquecíveis para quem teve a sorte de presenciá-los.

Aos poucos a banda Lumiar foi se destacando pela sua força no palco (até então, ninguém possuía material gravado). Era um grupo que vinha da cidade satélite de Belford Roxo, há mais de 50 km dali, para mostrar seu repertório cru e suingado. À frente da banda, magnetizando a todos de microfone em punho, Ras Bernardo começava a dar os primeiros passos na sua longa trajetória musical.

Logo depois, animados pela recepção calorosa do pequeno público que resistia a tudo e teimava em prestigiar aquela ainda incipiente cena reggae, o agora rebatizado Movimento Reggae-NEC decidiu se espalhar por toda a cidade.

Em 1988 não havia lugar melhor para catapultar novas idéias musicais do que o Circo Voador da Lapa. Um lugar democrático e revolucionário desde sua criação, a mítica lona do Circo acabou por se tornar o abrigo perfeito para as novas bandas de reggae que chegavam lá cheias de energia e fogo, prontas para provocar um incêndio de grandes proporções na Babilônia...

Durante um ano e meio a banda Lumiar evoluiu nos palcos e nos estúdios de ensaio. Pela primeira vez os seus componentes estavam tendo a oportunidade de burilar seu trabalho em condições minimamente aceitáveis. Eles também iam se informando cada vez mais a respeito da história do reggae: das clássicas produções dos grandes mestres às novidades que estavam então aparecendo na Jamaica e em Londres. Para Ras Bernardo todo esse fértil período de mergulho no universo do reggae de forma alguma comprometeu a sua intuição musical, a sua centelha criativa que já o havia empurrado para fora da Baixada Fluminense. Apenas trouxe mais convicção de que este era o caminho certo para expressar seus sentimentos em relação às coisas que cercavam todos aqueles que, como ele, viviam a experiência de constante luta pela sobrevivência.



Na virada de 1989 para 1990 o Cidade Negra finalmente grava o seu tão aguardado disco de estréia. Alguns meses antes a banda havia descoberto que existia um outro grupo na cidade que se chamava "Banda Lumiar". Quis o Destino que este contratempo acabasse forçando a mudança do nome da banda para o emblemático nome com o qual entrariam para a história da música popular brasileira. Cidade Negra não era apenas um nome, mas sim uma carta de intenções, um retrato fiel do Brasil como ele é, sem retoques ou maquiagem.

Com Ras Bernardo sempre à frente, o grupo lançou o seu primeiro trabalho pela CBS (hoje Sony), não por acaso intitulado "Lute Para Viver". Nesta música que abre o disco, a letra escrita por ele não deixa dúvidas quanto à mensagem principal da banda: "Tudo é longe/Mas tudo está perto de você/Basta você pensar e erguer os braços/E lutar para vencer".

Além da faixa título algumas outras se destacaram como "Assassinatureza" e "Não Capazes", mas nenhuma delas chegaria próximo ao sucesso alcançado por "Mensagem" e, principalmente, "Falar A Verdade". Essas duas músicas são de presença obrigatória tanto nos shows de Ras Bernardo quanto nos do Cidade Negra até hoje!
"Mensagem" teve a participação especial de um dos maiores mitos da música jamaicana nos vocais: Jimmy Cliff. Na oportunidade, ele aproveitou sua estada no Rio de Janeiro para ir até Belford Roxo e conhecer de perto o berço da banda. Nesta música Ras Bernardo foi especialmente feliz ao redigir os versos "Em meio ao maior sofrimento/Você encontra a chave da felicidade/Às vezes numa derrota você encontra/A chave da próxima vitória/ Deus é a vontade de estar feliz/Deus é a vontade de estar feliz.

Mais uma vez o tema de luta por uma ideal, de superação das dificuldades da vida aparece em suas músicas. Coincidência? Retórica artística? Não exatamente...
"Falar A Verdade" é um capítulo à parte nas vidas de todos os integrantes do Cidade Negra. Desde o momento que ela foi composta, passando pelos ensaios e, mais tarde, durante a gravação do disco, todos sentiam que algo de muito especial estava nascendo. A partir do momento que ela foi escolhida como música de trabalho do disco e foi para as rádios, tudo mudou em suas vidas.
Pela primeira vez um conjunto de reggae aparecia nas TV's de norte a sul do país e a figura de Ras Bernardo, com os seus dreadlocks em cadeia nacional foi um verdadeiro grito de liberdade para o movimento reggae do país. Hoje não parece muita coisa mas, há 14 anos atrás, contava-se nos dedos de uma das mãos os dreads circulando pela mídia.

Além disso, outras barreiras foram quebradas com esse hit: não seria mais necessário, dali por diante, insistir em reggaes cantados em inglês e/ou imitando Bob Marley & The Wailers. Com "Falar A Verdade" dá-se o nascimento do reggae verde-e-amarelo de amplo alcance, com letra simples e direta ("Estamos aí pro que der e vier/A fim de falar a verdadeira verdade"), a bordo de uma levada vibrante temperada por uma cuíca suingada e por metais em brasa. Do dia pra noite, Cidade Negra e Ras Bernardo passaram a ser reconhecidos em praticamente todo o Brasil, tornando-se uma referência para jovens negros que, como eles, lutavam com dignidade por um lugar ao sol. O primeiro passo havia sido dado.
Negro No Poder - Um disco além do seu tempo...

Animados pela ótima repercussão do disco de estréia, a banda decidiu ir além no seu segundo trabalho. Mais do que repetir a fórmula que havia dado certo antes, o Cidade buscou evoluir a sua própria linguagem gravando um álbum que trouxesse contemporaneidade, inovação e, por isso mesmo, algum risco. Desde o nome escolhido para o disco até os temas abordados (esquadrão da morte, desigualdade social e racial, o poder do dinheiro), passando pela sonoridade mais agressiva que incluía guitarras distorcidas, samples e bateria eletrônica, esse disco acabou sofrendo rejeição por boa parte da mídia que esperava apenas mais um "Falar A Verdade". "Fico vendo essas coisas/Vendo tudo acontecer/Injustiças e maldades/E o abuso do poder", assim Ras Bernardo abria o disco numa de suas letras mais contundentes, "Negro No Poder", a faixa-título. E concluía "Quando olham a minha gente/Nunca é pra proteger/Muitas coisas acontecem/E o meu povo resistindo/Oh Jah, negro no poder/Pra já, negro no poder". Talvez um pouco forte demais para tocar na Turma da Xuxa...

Mas o repertório do disco não era feito somente de contestação e denúncia como uma análise superficial poderia levar a crer. Em outras composições, Ras Bernardo renovava sua confiança na raça humana e nas ações positivas que qualquer um poderia fazer: "Acredito eu que as coisas estão em transformação/Acredito que, dentro do ser, há solução" ("Incandescente Ser"); "Tenho meus motivos, tenho o que é preciso/Fico positivo contra o negativo/Tomo sua força prá te derrotar" ("Há Motivos").

Também não se pode deixar de mencionar mais uma novidade introduzida por Ras Bernardo no universo da banda: o reggae romântico. Hoje em dia pode parecer curioso mas, à época, houve uma certa resistência interna pela inclusão da belíssima "Conciliação" onde havia uma declaração de amor digna de qualquer reggaeman: "Estou aqui pra te falar/Que só o amor que dentro há/Pode nos salvar.../Pode nos salvar...".
Esta música também sobrevive até hoje no repertório do Cidade Negra, tendo sido inclusive objeto de uma versão dub feita pelo mitológico músico e produtor Augustos Pablo para o disco "Dubs".
"Negro No Poder" foi um disco além do seu tempo e, talvez por isso, mal recebido pela crítica e por muitos ouvintes. Uma nova audição hoje nesse trabalho permite avaliar o quanto existe de atual na sonoridade, nos arranjos e nas letras, qualidades que não foram apreciadas à época.

Mas engana-se quem vê esse período apenas como uma coleção de insucessos para o grupo. Foi com Ras Bernardo à frente que eles iniciaram sua bem-sucedida carreira internacional.

Em 1992 o Cidade abriu o show do Steel Pulse na França, com excelente repercussão junto à platéia 100% gringa. Meses depois, tornaram-se a primeira banda brasileira a pisar no palco sagrado do Sunsplash, o mais importante festival da Jamaica.

Texto por Ganja Groove

Slim Rimografia & Thiago Beats

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Slim Rimografia e seu parceiro Thiago Beats vem do mundo para Vespasiano no Festival La Onda e se apresentam no Sábado, 17/12




Slim Rimografia já escreveu páginas na história do hip hop. Começou como b-boy, passou pelo grafite até se encontrar na música –é um dos nomes mais lembrados quando se fala em freestyle no Brasil. Hoje, tem dois
discos lançados –"Financeiramente Pobre" (2003) e "Introspectivo" (2006)– e o terceiro prestes a chegar às ruas.

Junto com seu parceiro Thiago Beats realiza shows que surpreendem pela musicalidade e experiências sonoras, ultrapassando as barreiras do rap, sendo que cada  apresentação acaba sendo única. No palco, criam batidas ao vivo, improvisando sobre baterias eletrônicas.

Recentemente, Slim participou do festival Midem, em Cannes, e mantém parceria com o renomado produtor norte-americano Clutchy Hopkins. Seu trabalho recebe elogios que vêm desde os apreciadores da boa música a pessoas influentes como Patricia Palumbo (Sesc Pompeia), KL Jay (Racionais MC´s), Gilles
Peterson e DJ Premier.

Baixe agora o álbum "Limpe seu Quintal'

Julgamento

Eles estão de volta! Julgamento comanda o palco no Festival La Onda no Domingo, 17/12


Julgamento chega novamente à cena Vespasianense com o seu poderoso Rap, som de primeira!

Em atividade desde o final dos anos 90 o Julgamento é um dos principais expoentes da cena musical belo horizontina. O discurso direto e livre de apelações aborda temas relacionados à valorização humana mesclando beats eletrônicos, rimas, scratchs e elementos orgânicos resultando em um verdadeiro petardo sonoro. “Ritmo e poesia em sua mais pura expressão” como o próprio grupo se define.

Em 2002 foi lançado o single “Fazendo o som”, trabalho que já indicava o rumo singular que seria seguido pelo grupo, em 2006 participou da coletânea “Conexão Telemig Celular” com a faixa CAOS e em 2008 participou da coletânea “Malucofonia”, projeto produzido pelo DJ Roger Dee e que reúne trabalhos importantes da atual cena hip-hop da capital.

O primeiro disco “No Foco do CAOS (clique para baixar) ”, gravado e produzido por Sérgio Giffoni, foi lançado de forma totalmente independente em abril de 2008. O trabalho foi masterizado por Fabrício Galvanni e conta ainda com as participações de velhos parceiros como a banda Ragna, a cantora Nathy Faria e expoentes importantes da cena hip-hop como Dokttor Bhu, Muck (SOS Periferia), Clodô D’ Lui, DB e Luciano Pereira.

A banda esteve presente em diversos eventos da cena local como o Carnaval Revolução (2003), Eletrônika – Festival de novas tendências musicais (2004), Conexão Telemig Celular (edições 2004, 2005 e 2006- esta última contou com a participação da cantora Negra Li), a primeira edição do Festival Garimpo (2007) em comemoração aos 10 anos da Obra e do programa Alto Falante (Rede Minas/TV Cultura) e Stereoteca (2008).

O Julgamento é formado por: Roger Deff, Ricardo HD e Voz Khumalo (vocais), os DJ’s Giffoni e Tobias (toca-discos), Luiz Prestes (baixo), Heder Araújo (guitarra) e Gusmão (bateria).




Baixe o EP "Muito Além" do Julgamento agora.

4Instrumental

Finalizando um giro pela Argentina, o 4Instrumental desembarca no Brasil direto para o Festival La Onda, em Vespasiano, no domingo (18/12)



O 4 instrumental volta ao festival La Onda após ser um dos grandes shows da edição 2010. O quarteto que lançou seu disco recentemente pelo Compacto Rec (clique para baixar o álbum) engatou um giro pela Argentina neste fim de ano e desembarca diretamente no palco do Festival La Onda. Show imperdível para ouvidos exigentes.



Texto: Release
Foto: Ana Carolina Pedrosa

O 4instrumental nasceu em 2008 na histórica cidade de Sabará (MG) e se tornou rapidamente o maior nome da música local.

Com influências que vão da música brasileira ao rock inglês contemporâneo, a banda tem se destacado pelo som expressivo e pela habilidade técnica de seus integrantes. Apesar do curto tempo de carreira, o 4instrumental já fez shows junto de artistas como Uakti, o ícone heavy metal Sepultura e a elogiada banda instrumental cuiabana Macaco Bong, entre outros.




Em 2009 o grupo foi apontado pelo coletivo cultural Pegada (BH) como dono do melhor show em Minas Gerais e mesmo sendo de Sabará foi a sexta banda mais citada pelo público em eleição do site Mixsórdia, que apontou as melhores da capital mineira no ano.

Quarto Negro

O grupo paulista Quarto Negro chega ao La Onda na sexta-feira 16/12


Dia após dia, o grupo paulista Quarto Negro vem colecionando uma série de êxitos em um curto espaço de tempo. Após o lançamento de seu primeiro EP “Buu” (2008) e uma temporada em Nova Iorque, Eduardo Praça (voz e guitarra acústica), que em paralelo ainda exercia o posto de guitarrista do grupo Ludovic, se juntou à Thiago Klein (piano) e Fabio Brazil (baixo) para então iniciar uma nova fase.

A música “Zoroastro”, nascida nas boêmias noites de Buenos Aires, foi às telas junto ao premiado
curta metragem “Hemea”, dirigido por Daniel Barosa. Após uma breve série de shows em São
Paulo e uma ótima veiculação do videoclipe, o grupo voltou à estúdio ainda em 2009 para outro
registro.

“Bom dia, Lua”, gravado e produzido por Chuck Hipolitho, reafirmou Quarto Negro como
promissora aposta da nova música brasileira. O EP de duas canções, eleito segundo melhor
lançamento nacional pela MTV Brasil, gerou uma turnê por diversas cidades brasileiras.

No verão europeu de 2010, o grupo exilou-se em Barcelona, para fazer aquele que será o mais importante registro até o presente momento, seu aguardado álbum de estréia. Após os três meses de trabalho na capital catalã, Quarto Negro se prepara para o lançamento do álbum, previsto para 2011.

Às vésperas de seu debut, Quarto Negro é Eduardo Praça, Thiago Klein e Fabio Brazil.

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